nunca desanime,

NÃO DESANIME JAMAIS.
"São os tempos difíceis que fazem nascer os profetas. Eles são sempre perseguidos, pois saem dos caminhos batidos, aliam-se aos desprezados da terra e apontam para o absoluto de Deus, que relativiza o poder e a prepotência dos poderosos do dia." Pe. J.O.Beozzo 1989.



sábado, 25 de dezembro de 2010

Postado por Extorsão e Polícia

Policial acusado de extorsão se apresenta ao Gaeco

 Orientado por advogado, o investigador Mário Jorge Ermelino da Silva, da delegacia de Campo Largo, apresentou-se ontem à tarde ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, que investiga denúncia de extorsão contra um caminhoneiro. Na segunda-feira, o delegado Maurílio Alves, o superintendente Adão Osmário de Almeida, e os advogados Evaldo Pissaia e  Renato Celso Beraldo Júnior, foram presos pela mesma acusação. A denúncia partiu de um empresário, que revelou ao Gaeco que, em 23 de outubro, o caminhoneiro Valdeci Deda foi a Campo Largo entregar em um bar cinco caixas de cigarros contrabandeados. Ele e um sócio foram presos e levados à delegacia, sendo liberados mais tarde após o pagamento de R$ 55 mil e a promessa de pagar R$ 3 mil por mês a título de “mesada” para os policiais. A extorsão teria sido intermediada pelos dois advogados.


 
Inocência

Os policiais estão sendo defendidos por Benedito de Paula, que só ontem teve acesso ao inquérito e afirma que os acusados sequer sabiam de que assunto se tratava quando foram presos.
Eles alegam inocência. O delegado Maurílio Alves, em três outras oportunidades já foi acusado de extorsão. Os casos estariam sendo analisados pela Corregedoria da Polícia Civil.



Vejam também o vídeo da reportagem acima: http://www.youtube.com/watch?v=RIk2s5voHh0

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Policial Militar é suspeito de participar de sequestro no RJ.

Um cabo da Polícia Militar foi preso, nesta quinta-feira, sob a acusação de participar de sequestro e extorsão de um empresário na Penha, zona norte do Rio. Outro homem, identificado como Antonio Rocha de Souza, 29 anos, foi detido por agentes do 16º BPM (Olaria) na noite de quarta-feira - ele havia acabado de receber R$ 10 mil do empresário.
O cabo do 22º Batalhão (Maré) foi identificado como Alexandre Costa Pinto e foi preso em casa. Outros três suspeitos estão foragidos. Proprietário de lojas de materiais de construção e oficinas mecânicas na Penha e em Queimados, na Baixada Fluminense, o empresário havia sido vítima de um sequestro relâmpago na última sexta-feira.
Segundo as investigações, os cinco bandidos assaltaram uma das oficinas mecânicas do empresário, localizada na rua Guaianazes, na Penha, e o obrigaram a efetuar dois saques no valor de R$ 2 mil. Ele só foi liberado em Benfica depois de fornecer seu o número de telefone celular. A partir daí, os criminosos iniciaram, segundo a polícia, uma série de ameaças e pediam R$ 10 mil para que a família dele não fosse morta.
Os suspeitos teriam marcado um encontro com o empresário na tarde de quarta-feira para que ele levasse os R$ 10 mil. No caminho, o empresário acionou policiais militares do 16º Batalhão, que deslocou 18 homens. Um cerco foi montado e Antônio Rocha foi preso assim que deixou um carro prata - o modelo e a placa não foram identificados - para recolher o dinheiro.
Antônio Rocha de Souza é preso na 22ª DP (Penha) por suspeita de ter participado junto de um policial militar da extorsão de um empresário na Penha / Foto: Fernando Quevedo
O delegado Fabio Asty, da 22ª DP (Penha) informou que o PM nega as acusações, mas a Polícia Civil acredita que ele seja o responsável por escolher as vítimas. O policial militar foi reconhecido pela vítima na delegacia.

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