nunca desanime,

NÃO DESANIME JAMAIS.
"São os tempos difíceis que fazem nascer os profetas. Eles são sempre perseguidos, pois saem dos caminhos batidos, aliam-se aos desprezados da terra e apontam para o absoluto de Deus, que relativiza o poder e a prepotência dos poderosos do dia." Pe. J.O.Beozzo 1989.



quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

até agora nenhuma palavra sobre o desfecho; 'ERA TUDO MENTIRA' - A ESCOLA DE PROFISSÕES FOI FECHADA PORQUE SE RECUSOU A PAGAR PROPINA.

 
A exemplo da leviandade cometida contra a Escola Base em São Paulo a parcela imoral da imprensa -  sensacionalista que não tem compromisso com a verdade - noticiou:
02.08.2010 |
Em tempo de desemprego, a Escola de Profissões era sedutora ao garantir, através de seus cursos técnicos, empregos com remuneração de até R$ 3 mil após os seis meses de estudo. Nos panfletos, o sonho da estabilidade e garantias: "Porque você merece respeito"; "Desde 1999". Na realidade, um golpe que fez vítimas incontáveis e levou dois dos três mentores à prisão. Policiais da 52 DP, em Nova Iguaçu, prenderam Flávia Regina dos Santos e Ricardo de Brito Alves em flagrante na sede do curso — enquadrados por crimes de estelionato e formação de quadrilha. Fernando Ferreira da Silva está foragido.
Fachada da Escola de Profissões, em Nova Iguaçu

— Eles ainda prometiam, mediante uma quantia (R$ 120 em média), a publicação do diploma no Diário Oficial. Mas nem chegava a esse estágio. Fechavam antes o estabelecimento. Conseguimos prendê-los em flagrante. Agora, queremos saber se os professores foram lesados ou sabiam de tudo — afirmou o delegado titular Carlos Quelotti.
A polícia ainda não sabe a quantidade de lesados, nem o valor do golpe. Em média, além de matrícula de R$ 50, os estudantes desembolsavam entre R$ 60 e R$ 120 mensais pelos cursos (massoterapia, drenagem linfática, cuidador de idosos, técnico em Petróleo e Gás, entre outros —, que duravam um semestre. No final, ainda era prevista a taxa de R$ 120 para que o diploma fosse publicado no Diário Oficial.

Já presa, Flávia Regina era investigada por estelionato pela 52 DP. Os policiais desconfiaram das informações passadas por ela num inquérito, de que estaria trabalhando como recepcionista num consultório de estética em Nova Iguaçu. Na diligência, descobriram a Escola de Profissões. Tido como mentor do golpe, Ricardo Alves tem 40 anotações criminais. À procura de Fernando Ferreira da Silva, investigadores da 52 DP têm informações de que, em outra empresa, deu o mesmo endereço de Flávia Regina, no bairro Califórnia, em Nova Iguaçu.


BOM QUE A VERDADE PREVALECEU E O PROCESSO ARQUIVADO POIS NÃO EXISTIA DENÚNCIA OU QUALQUER TIPO DE RECLAMAÇÃO.

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